Estar de olho, atento e cauteloso. Esperto a todo movimento e, quando convém, registrando o que acontece: DiCampana.

O Coletivo DiCampana nasceu em 2016 para contribuir com a produção fotográfica sobre o cotidiano das centenas de periferias e favelas espalhadas pelo mundo.

 

A rotina destas regiões extrapola o estereótipo midiático reforçado por clichês e estigmas, corroborado pelos mesmos meios de comunicação há décadas.

FOCO DO COLETIVO

Contribuir para construção de um imaginário que contemple os múltiplos recortes da periferia - a cultura, o lazer, a rotina, a vida do nosso povo.

 

Nascido em São Paulo em 1979, Anderson é autodidata e usa o pseudônimo "Gsé Silva" em seus trabalhos com a escrita, a fotografia e o cinema. Seu curta "Juventude é Revolução" de 2015 foi selecionado para as mostras de cinema A Ponte, Mostra de Cinema Periférico e Festival Imagem-Movimento, este último em Macapá com curadoria AFROFLIX, onde foi selecionado também o seu micro-curta "Ser Inata" de 2016. Em 2015 dirigiu e produziu o curta "Domingo" com texto do poeta Ni Brisant e co-dirigiu o video clipe "Menores Infratores" do rapper Dugueto Shabazz. Em 2016 ganhou troféu do Festival do Minuto com o vídeo "Inconsulto", ano em que foi selecionado para a exposição fotográfica "Monogaleria" do Sesc Campo Limpo e da exposição "Por Ser Menina" da ONG Plan International, no Matilha Cultural, em São Paulo. Entre março e junho de 2017 dirigiu o documentário "Memórias do Bairro – Bairros do Capão Redondo", resultado de um curso de audiovisual que ministra na Fábrica de Cultura do Capão Redondo.

Fotógrafo e Videomaker desde 2013. Começou atuando em veículo de comunicação independente na periferia de São Paulo. Cobriu enchentes, crise hídrica; atividades socioculturais de coletivos que têm as suas atividades voltada para direitos humanos. Também tem experiência em cobertura fotográfica em manifestações. Atuou no site da revista Carta Capital por um ano, fez matérias para o site da Rede Brasil Atual e atualmente está na Agência Pública, onde fez reportagens sobre mobilidade urbana na periferia; abordagem policial na periferia; os conflitos na cracolândia e as consequências das “balas perdidas” no Rio de Janeiro. Também fez a videorreportagem "O Silêncio do Divino Pai Eterno", que retrata o conflito agrário na região de São Félix do Xingu, no Pará.

Léu Britto é jornalista de formação e fotógrafo autodidata. Nunca cursou fotografia, fez sua caminhada através de estudos particulares e dicas dos seus principais professores na arte de clicar José Cícero, Cassimano, Gessé e toda rapa da Coleta Filmes. Já atuou em diversos veículos de comunicação como Folha de S.Paulo, Blog Mural, Rede Brasil Atual, Agência de Jornalismo das Periferias Mural; ONGs e Instituições da quebrada como Agência Solano Trindade, Banco Comunitário União Sampaio e União Popular de Mulheres de Campo Limpo e Adjacências. Mas a nova morada dos seus trabalhos é a GOMA - Comunicação e Arte, onde trabalha diretamente com a GOMA Gráfica. Também faz parte do DiCampana Foto Coletivo.

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